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Como a minha vida melhorou com a vitamina D!

No ano passado, ao fazer algusn exames de rotina foi diagnosticado que meu organismo estava com deficiência de Vitamina D. Até então eu não sabia muito sobre ela, só as coisas básicas sobre como você consegue absorvê-la pelo sol e nenhuma ideia das implicações sobre a falta dela no corpo. O exame é bem simples, de sangue, e ele acusa os níveis mínimos que deveria ter considerando sua idade e peso.

Pesquisando mais um pouco, vi que sua deficiência está diretamente relacionada a doenças ósseas, como osteoporose e destruições dentárias.

Esse diagnóstico está se tornando cada vez mais comum, pois com a vida corrida na cidade dentro do carro, escritório e com tempo ao ar livre apenas à noite, a absorção pelo sol é dificultada. No fim de semana sempre tento fazer atividades ao ar livre, como caminhar, mas nem sempre consigo já que sobra o fim de semana para cuidar de mim, da casa, encontrar os pais e os amigos.

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Quantidade de pedidos de exames subiu vertiginosamente com o aumento do sedentarismo e exposição ao sol 

Alguns poucos alimentos possuem essa vitamina em sua composição (porém em um grau muito menor que pelo sol), como a laranja, leite e alguns tipos de peixe. Sendo assim, minha médica recomendou que eu fizesse a reposição da Vitamina D por um composto concentrado em gotinhas. Ela recomendou que fosse realizada a aplicação uma vez por dia, sempre no mesmo horário e depois ir diminuindo para um dia sim / um dia não.

Comprei por recomendação da minha médica o composto DePURA e então comecei a aplicação das gotinhas. Não é necessário misturar em nada e tem um gosto que lembra gotinhas de laranja. O valor de cada frasco foi cerca de R$ 40.

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Encontrei agora uma versão um pouco mais genérica que é a vitamina Font D e possui o mesmo tanto de vitamina por gotinhas, só que bem mais barato, por R$ 17. Também foi recomendada pela minha médica e é tão boa quanto a outra.

Após começar esse processo, me senti muito mais disposta e com energia para desempenhar outras atividades, estou dormindo melhor e também tenho menos variações de humor ou uma TPM mais suave!

E vocês? Já utilizaram a vitamina D ou alguma outra? Me conta!

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A glutenfree box de Setembro de 2016

Nessa semana recebi a Glutenfree Box de Setembro de 2016. A caixa foi uma edição comemorativa para a chegada da primavera e veio com diversos produtinhos que ainda não conhecia, e vários bem mais ‘frutados’ para comemorar a nova estação.

Tive alguns problemas com o valor do pagamento dessa caixa, pois tinha um desconto que não aplicaram corretamente, mas eles já consertaram o valor para a próxima. O envio também demorou um pouquinho, mas ainda chegou dentro do mês. Uma coisa importante para quem vai assinar é de não ficar na expectativa da caixa chegar no início do mês, pois geralmente ela só chega mais para o fim (a minha chegou ontem, 26/09). Isso é importante para se planejar nos lanchinhos.

Então, vamos dar uma espiada?

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A caixa chegou super bem embalada, como sempre

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Vários produtos de marcas diferentes para celebrar a primavera 

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Tabela com o que tem e não tem em cada um dos produtos 

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Conteúdo da caixinha, foi bem misto esse mês: biscoitinho Schar, chips de batata doce, sequilhos, muffins de chocolate e coco, snack integral com curry, snack de cebola e salsa, snacks de soja sabor churrasco, cookies de chocolate sem gluten e açúcar, granulados de maçã e açaí (estou curiosa com esse), purezinhos de maçã, waffle de chocolate, barrinhas de coco e nuts e até energético natural

Em um primeiro momento curti mais a caixinha desse mês do que a do mês passado, e o conteúdo das embalagens na média é maior. Não tenho opinião formada ainda se vale mais à pena pedir a caixa ou comprar separadamente no supermercado, depois vou dar uma pesquisada nos preços aqui em BH e conto para vocês. Sem dúvida, ela é prática pois me economiza tempo de ficar procurando snacks mais funcionais.

E vocês, conhecem a caixinha ou assinam alguma outra? Me contem!

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Viajando para o Chile no inverno: roteiro completo com valores

Já estou devendo esse roteiro há tempos aqui no blog, mas finalmente parei para organizar tudo sobre essa viagem ótima para ajudar vocês! Como a viagem foi próxima de uma outra maior que fiz para o México a trabalho, surgiram outras prioridades na frente e não tinha conseguido fazer isso ainda (aliás, de México tenho muita coisa a falar, que será motivo de outro post de roteiro de viagem).

Há dois anos fiz um post aqui no blog bem detalhado de um roteiro de 7 dias no Chile no verão! Foi uma viagem ótima próxima ao Carnaval de 2014, mas como estava quente não vi muita neve, e muita gente disse que precisava voltar na cidade quando a temporada de inverno.

Sendo assim, esse ano resolvemos voltar em Santiago, mas agora logo no início da temporada de inverno! Tenho um ‘problema’, que quando gosto do lugar sempre quero voltar nele para ver como é a experiência em outras épocas do ano.

Adoro o Chile pois é um país versátil, vale desde como destino para ir com amigos ou família ou então para um passeio bem romântico, como dia dos namorados, noivado ou lua de mel.

Começamos a resolver tudo com pouco menos de três meses de antecedência e ainda encontramos preços bem interessantes de hotel e passagem aérea. Colocarei todos os valores que me lembro para ajudar vocês no planejamento.

Irei separar esse post em duas partes: a primeira com a parte dos preparativos e também um pouco sobre o hotel e a região que escolhi para ficar, e a segunda com o roteiro que fizemos e alguns do’s and dont’s durante a temporada de neve!

Os preparativos

Valores para alimentação

Recomendo que você faça as contas de um valor entre R$ 100 e R$ 150 por dia e por pessoa para o Chile. Com esse valor você seguramente vai beber e comer super bem e aproveitar o que há de melhor na cidade. Se você deseja economizar mais, algo em torno de R$ 80 é factível, mas em restaurantes mais baratos. Para os custos de hotel, passeis e passagem, irei falando ao longo do post quanto custou em Junho de 2016.

Passagem aérea

Conseguimos comprar a passagem aérea a um preço justo na TAM. Foi cerca de R$ 1100,00 ida e volta de BH para Santiago com conexão em São Paulo. Uma das passagens tiramos com milhas do TAM Multiplus, e se não me engano foram 16.000 pontos os dois trechos. Sei que muita gente pode achar caro, mas com a alta do dólar, está difícil achar passagens para o Chile a menos de R$ 1000 em voos que sejam mais rápidos.

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Nutelão no duty free, não poderia perder uma foto com o cara da Lindt me julgando!

Primeira dica: para a IDA, escolha sentar do lado direito da aeronave para poder avistar a cordilheira durante a viagem, e para a VOLTA, escolha sentar do lado esquerdo. É LINDO!

Definindo o roteiro

Para essa viagem, tive um pouco mais de tempo em Santiago, então nosso roteiro ficou menos corrido que da primeira vez. Focamos em aproveitar bem as vinícolas, ir em bons restaurantes e aproveitar as estações de ski. Inicialmente pensamos em ir em estações de ski mais longe, como a Chileán que fica próxima à cordilheira com a fronteira com a Argentina. No entanto, depois de ler muito em vários sites e blogs, muitos disseram que a travessia é bem perigosa e preferi optar pelas estações mais tradicionais próximas a Santiago.

Aluguel de carro

Aluguei o carro na mesma locadora que aluguei da última vez, que é a Chilean Rent a Car. Dessa vez consegui um carro melhor por uma tarifa mais barata, que foi um Suzuki SX por cerca de R$ 90 a diária com quilometragem livre. A nossa ideia era ficar com o carro durante toda a viagem, mas acabamos devolvendo-o com 4 dias pois tivemos problemas com a corrente de neve que aluguei junto com o carro. Como estava no começo da temporada, achei que seria tranquilo subir os andes com corrente. O problema é que a que veio com o carro estava toda oxidada e não percebemos isso quando alugamos, pois estava de noite e não conferimos a caixa da corrente :( Eles devolveram o dinheiro do aluguel da corrente e também estornaram sem custo os dias remanescentes, mas no dia fiquei bem chateada de não ter dado certo. De qualquer maneira, viajar é alegria e a tristeza passou rápido hahaha.

Segunda dica: dirigir na neve só se tiver experiência… O aperto que passamos não valeu a economia, irei relatar mais sobre isso no roteiro. O carro vale muito à pena para visitar as vinícolas mais distantes e Viña del Mar.

Chilean Rent a Car

Bellavista 0183, Providencia, Región Metropolitana, Chile

www.chileanrentacar.cl

A escolha do hotel

Da última vez que fui, escolhi ficar no hotel Ibis Estación Central, pois como ficamos de carro toda a estadia, não importava muito a localização do hotel. No entanto, apesar de procurar em viagens sempre hotéis mais econômicos mas com qualidade, conforto e comodidade, a região que ele estava não era boa para fazer coisas a pé e faz falta ter um restaurante no hotel para fazer refeições quando está cansado. Por isso, escolhi o hotel Ibis Manquehue Norte, que fica no bairro de Las Condes, um dos mais ricos e tradicionais de Santiago.

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Fachada do Hotel

A região do hotel é linda, ele fica perto do Shopping Parque Arauco e também do centro financeiro da cidade. Próximo a ele, haviam três opções de supermercados perto, o Líder (da rede Wal Mart), o Santa Isabel (da Cencosud) e o Unimarc (uma rede chilena, e esse tem um starbucks dentro do supermercado).

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Na calçada próxima ao hotel, no mesmo quarteirão a vista LINDA dos nossos alpes andinos <3

A escolha do hotel foi EXCELENTE, pois ele está novinho, o atendimento era muito bom e a cozinha do hotel era MUITO acima da média de outros Ibis que já fiquei. A diária teve um valor mega interessante, pois já sou cliente Accor Gold (cerca de R$ 180 reais por noite). Eles cobram o estacionamento a parte (cerca de 20 reais o período de 24 horas, mas ainda vale à pena). Os quartos que são de numeração par tem vista para a Cordilheira e ele fica a menos de 500m da estação de metro Manquehue Norte, que fica na linha principal! Recomendadíssimo!

Ibis Santiago Manquehue Norte

Calle O Connell 165 – Comuna Las Condes, Santiago, Chile

http://www.ibis.com/pt-br/hotel-7933-ibis-santiago-manquehue-norte/index.shtml

Roupas de inverno

Esse foi um dilema bem grande até decidirmos onde íamos comprar roupas de neve. Li em vários blogs e lembro dos preços de Santiago da primeira viagem que, apesar de serem ok os preços lá de roupas, não era nada muito mais barato que no Brasil. Sendo assim, decidi comprar as roupas térmicas (calça e blusa) na Decathlon e comprei a luva de neve lá também. Foi um ÓTIMO investimento, pois em Santiago estava mais caro e não perdi tempo de viagem procurando roupa de inverno. O conjunto da Thermo custou R$ 79,90 na Decathlon de Belo Horizonte e a luva de neve R$ 49,90.

Sobre outras roupas de neve, como casacos, sobretudos e tudo mais, eu já tinha alguns bem pesados que já tinha adquirido para outras viagens. O que eu precisava mesmo eram apenas de coissas mais específicas como as que eu disse acima.

A única coisa que eu deixei para comprar lá foi uma botinha impermeável. Achei uma com um preço muito bom (cerca de R$ 150) e que valeu super à pena. Lá tem vários lugares de aluguel, mas particularmente achei meio nojento e o valor não é tão barato. O aluguel de bota custa por volta de R$ 70 por dia, ou seja, se você vai na estação de ski mais de dois dias, já acaba não compensando.

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Botinhas impermeáveis chilenas, comprei no Mall Plaza Vespucio

A viagem

Dia 1: Viagem para Santiago CNF > SCL

O voo foi bem agradável como sempre e o horário foi muito bom. A ida foi por volta das 11:45 da manhã e chegamos lá às 10 da noite (conexão de ~4 horas em SP). Na hora do almoço, resolvemos experimentar o Red Lobster do aeroporto de Guarulhos. Estava ok, mas bem mais mal servido que em outros países. Não vale muito o preço, pois acho que o valor do almoço para dois foi uns R$ 160 e fiquei com fome depois de duas horas, haha!

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Fetuccini com camarão 

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Salmão com brócolis, batata assada e sopinha de lagosta

Dia 2: Trocar dinheiro, Mall Plaza Vespucio, Concha y Toro e jantar no La Maestranza

Assim como em 2014, não valia nada à pena trocar dinheiro no Brasil para levar para o Chile. O melhor a fazer no Chile é levar reais em esécie e trocar por pesos chilenos nas casas de câmbio. Para terem ideia da diferença, no Brasil a cotação estava cerca de 1 real = 150 pesos, e lá encontramos casas de câmbio em 1 real = 184 pesos.

Trocamos o dinheiro no Mall Plaza Vespúcio, que possui uma casa de câmbio da rede Afex, e a cotação esse dia estava 1 real = 182 pesos. Esse shopping não conheci da primeira vez e gostei muito da variedade de lojas e preço amigo. Almoçcamos por lá mesmo, pois estávamos em busca da bota de neve.

Saindo do shopping, fomos de carro então para a Concha Y Toro, para fazer o tour pela Vinícola. Da primeira vez fui no verão e as parreiras estavam carregadas de uvas para a colheita. Dessa vez, elas estavam ainda crescendo, mas a paisagem era linda. O tour na Concha Y Toro custou cerca de 18 dólares por pessoa, e você tem direito à degustação de três vinhos e ganha uma taça de brinde (que ficou no hotel, pois não coube na mala).

Particularmente não gosto dos vinhos de lá, mas era a primeira vez que meu namorado ia ao país, então valeu pela visita a esse local lindíssimo. Não recomendo comprar vinhos lá, é mais caro que no supermercado. Além disso, o Chile possui vinícolas com vinhos muito melhores e de preço similar aos deles.

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Fachada da vinícolaimg_1579

Arquitetura e arborismo lindos

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Degustação ao por do solimg_1613

Cava do Casillero del Diabloimg_1597

Mais degustação

Na hora do jantar, fomos na hamburgueria La Maestranza, que foi super bem recomendada em vários sites e blogs. Não lembro o nome do sanduíche que comi, mas pedi também um Pisco Sour, bebida tradicional chilena que se parece com o sabor de uma caipirinha, mas feita com Pisco que é um aguardente de uva.

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Pisco sour e aperitivo img_1633

Sanduíche mara, foi cerca de R$ 40. Não lembro do que era, mas pela foto tem alface, bacon e ceddar hahaha

Dia 3: Valle Nevado (a volta dos que não foram), Costanera Center / Sky Costanera, Cerro San Cristóbal

Nesse dia acordamos cedo pois o plano era subir os andes para ir ao Valle Nevado. A estação de ski ainda não estava aberta para aulas e tudo mais, mas os teleféricos já estavam funcionando e a estrutura para os passeios diários também. Alugamos o carro já pensando nisso, mas como mencionei anteriormente no post tivemos um problema com as correntes de neve. o problema foique só percebemos que as correntes tinham problema quando chegou na hora de colocar a corrente por volta da curva 26 do Caminho para Farellones, que é a estrada que leva até o Valle Nevado. Então, crianças, não tentem isso em casa! A corrente estourou, tivemos que pagar uma pessoa para ajudar a colocar e não deu certo. Resultado: voltamos para Santiago e compramos um translado para ir ao Valle Nevado posteriormente, na sexta-feira (conto mais em seguida como foi, dessa vez deu certo)!

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Caminho para Farellones, bem no local onde paramos para colocar as correntes pois a pista começou a derrapar … Colocamos, ela estouramos e resolvemos retornar para Santiago para brigar com a locadora de carro e comprar uma opção de trajeto mais segura, hahaha

Já que o Valle tinha dado errado, decidimos ir ao Costanera Center para dar uma conferida nos preços dos vinhos no supermercado Jumbo, ótimo para fazer compras desse tipo, e também aproveitamos para conhecer o Sky Costanera.

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Vista do Sky Costanera 360 graus de Santiago

Para quem nunca ouviu falar, o Sky Costanera é o arranha céu mais alto da América Latina aberto para a visitação, com mais de 62 andares. Ele tem um mirante LINDO, LINDO, LINDO com vista para a cordilheira. Acabou que foi muito bom ter ido lá no dia que iriamos no Valle, pois o céu estava aberto e conseguiamos ver dos binóculos até as pessoas descendo de ski as montanhas mais radicais dos Andes. O ingresso de dia da semana é mais barato que em fim de semana (cerca de 5 mil pesos ou pouco menos de 30 reais por pessoa), e o valor foi bem justo pela experiência.

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O topo dele é todo descoberto, então venta bastante … Mas é lindo!

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Já que estávamos na vibe de mirantes e cerros, decidimos logo em seguida visitar o Cerro San Cristóbal, que fica em um dos pontos naturais mais altos de Santiago. Subimos parte do caminho de carro e a outra parte até o Santuário a pé. Foi lindo, pois conseguimos coordenar certinho com o por do sol e é um lugar que traz muita paz interior. Com certeza super valeu a visita. Essa última é uma atração gratuita e se estiver de carro você paga cerca de R$ 5 para estacionar. Para que não vai de carro, há a opção de pegar o Funicular até o topo, que o preço deve ser mais ou menos parecido com esse também.

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Santuário do Cerro São Cristóbal

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Estátua de Laura Vicuña, essa tem uma história pessoal, pois a ‘Laurinha’ existia também nessa mesma estátua no colégio em que estudei no Ensino Fundamental (sdds Pio Xii <3)

Dia 4: Cousiño Macul e Mestizo

Esse era um dos dias mais esperados! No mesmo post de 2014, falei demais do passeio que tinha feito de Bike and Wine tour na vinícola Cousiño Macul. Para quem não sabe, a Cousiño Macul é uma das viñas mais tradicionais do Chile e uma das responsáveis pelo cultivo da uva Carmenére, que era proveniente da Europa mas sumiu após a guerra. Essa uva foi ‘reencontrada’ anos depois no Chile, e particularmente é a uva que mais gosto em vinhos. Aliás, a Cousiño Macul é minha vinícola favorita da vida, principalmente o Don Luis Carmenére (que aqui no Brasil dá para achar a garrafa por preço amigo de R$ 40 no Sam’s Club).

Comprei o passeio do Bike & Wine Tour com uma antecedência de 2 meses no La Bicicleta Verde e cada um custou USD 45. O passeio contempla tour de 1h30 mais ou menos de bike pelas parreiras com degustação no meio delas e mais um tour de 1 hora após o passeio de bike dentro das cavas da vinícola. Fizemos pela manhã com um grupo de 6 pessoas mais a instrutura e foi bastante legal! A paisagem desse passeio do verão para o inverno muda completamente e fica bem mais difícil pedalar no frio!

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Passeio já começa com as bikes te esperando com uma cestinha com água e uma taça 

img_1791Saudade que eu tava dessa bicicletinha!

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Comendo uva Cabernet Sauvignon do pé

TODAS as degustações da Cousiño Macul foram excelentes e o preço na vinícola é MUITO BOM! Compramos 4 garrafas (dois Carmenéres Reserva, 1 Antiguas Reserva, 1 Gris / parecido como rosê) e custaram pouco menos de R$ 100 todas juntas. Se fosse aqui no Brasil, além de ter alguns que compramos que nem vende aqui, pagaríamos com certeza uns R$ 400 devido aos impostos. Se for ao Chile de novo, com certeza retornarei na Cousiño Macul! E se for para vocês escolherem entre ela e a Concha Y Toro, digo para vocês: podem ir de olho fechado na Cousiño!

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Nossas comprinhas do dia

Dia 5: Viña do Mar e Valparaíso, Devolução do carro, Jantar no Tiramisu

Acordamos cedo nesse dia para ir para Viña del Mar e Valparaíso, cidades litorâneas do Pacífico chileno. Demos uma volta bem rápida em Valparaíso, que não tem muito atrativo e depois paramos em Viña del Mar. particularmente achei a cidade mais interessante no verão e como fomos no meio da semana foi um pouco difícil achar bons restaurantes. Acabamos almoçando no Pepeye’s, um fast food de frutos do mar e camarão que estavam bem gostosos.

Logo depois, voltamos para Santiago e devolvemos o carro alugado. Demos uma volta no Patio Bellavista, mas decidimos ir no Tiramisu, que é um restaurante italiano MARA que fica na Isidora Goyenechea, a rua dos restaurantes mais badalados da cidade. Apesar da fama, o preço é bem justo, e comemos uma pizza maravilhosa de camarão e salmão defumado, para fechar a noite com chave de ouro. Voltamos a pé do restaurante para o hotel (caminhada longa de 40 minutos), mas foi boa para dar uma aliviada na gordice do dia!

Dia 6: Centro Histórico e Parque Arauco

Dando uma pausa nos passeios fora de Santiago, esse dia foi reservado para conhecer o centro histórico da cidade. No entanto, no dia em que separamos para tal, estava ocorrendo um protesto ENORME no Palacio la Moneda do movimento estudantil. Assim, fomos apenas na Plaza de Armas, Mercado Central, Patio Bellavista e La Moneda e voltamos. Almoçamos no Parque Arauco em Las Condes. Foi bom ter dado uma descansada maior nesse dia, pois no outro acordaríamos muito cedo para ir ao Valle Nevado.

Dia 7: Valle Nevado

Então o grande dia chegou! Depois dos percalços para subir os andes de carro dirigindo com correntes, finalmente iríamos agora conseguir chegar na neve, depois de uma semana no Chile!

Não tivemos tanto tempo para pesquisar sobre translados já que a primeira opção era o carro, então compramos o translado de ida e volta na Turistik. Eles possuem um stand no shopping Costanera Center. Apenas o translado custou cerca de R$ 170 por pessoa em microônibus, o que não foi muito barato. Talvez se tivesse procurado mais, acharia algum lugar mais barato. Existe a opção de comprar pela internet, mas aí tem taxas e IOF.

Eles buscam todo mundo no hotel e depois reunem as pessoas no Parque Arauco para que elas possam pegar os translados para os passeios que compraram. Logo após entrarmos no ônibus que tinha umas 20 pessoas (nos éramos um dos casais mais jovens, o resto era bem mais idoso), eles pararam em Las Condes numa loja de aluguel de roupas de neve que é MUITO PEGA TROUXA! Gente, se vocês forem de passeio para o Valle Nevado em um ônibus que sai as 9 da manhã da cidade e retorna às 3 da tarde, não vai dar tempo de esquiar! Ou seja, você não precisa de roupas de neve impermeáveis para isso, apenas o sapato impermeável já segura a onda. Fiquei com bastante dó da galera alugando tudo (até óculos de neve), pois não precisava. Enfim, o que eu fiquei bem brava com a agência é que só isso aí demorou 40 minutos, que foi tempo perdido que poderíamos gastar na montanha.

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Ônibus indo buscar na porta: aconselho passeios de excursão apenas em último caso

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Estrada já na metade fica com bastante neve e a paisagem é um espetáculo… Não durma e admire :)

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Ingressos do Valle <3

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O primeiro boneco de neve a gente não esquece

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Gelando nosso vinho nos Andes ;) Almoço de snaks no Bajo Zero, preço já incluído no valor do ticket

Como em 2014 eu vi muita pouca neve e em todas as outras viagens que já fiz nunca dei sorte com neve, foi uma experiência incrível para mim e valeu cada centavo. Ficamos deitando, rolando e fazendo bonequinhos de neve por bastante tempo, paramos para almoçar, tiramos fotos lindas e depois voltamos.

Bem, nós demos muita sorte de ser exatamente o primeiro dia da temporada, então tudo estava muito organizado e arrumado no Valle. A estação estava bem cheia, mas não abarrotada (era uma sexta-feira), então sugiro para vocês irem durante a semana para evitar que a estrada fique cheia demais.

Dica para ir ao Valle: tome um café da manhã BEM LEVE, pois a estrada tem por volta de 70 curvas e você pode ficar bem enjoado. Deixe para comer direito lá depois que você chegar.

Dia 8: Cerro Santa Lúcia, Liguria, Costanera Center

Esse dia foi um sábado onde o clima estava muito bonito em Santiago. Aproveitamos para ir ao Cerro Santa Lúcia, que é um dos mirantes da cidade que fica no bairro de Providência. Após isso, fomos a pé até o restaurante Liguria, o nosso destino de almoço.

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Dia lindo em Santiago

O almoço fom bem gostoso, bem servido e com um preço amigo. Não me lembro do montante da conta (acho que algo em torno de 100 reais para dois), e lá eles tem um bom vinho da casa que custou cerca de R$ 30 o jarro com 500ml. Valeu à pena.

Após o almoço, retornamos ao Costanera Center para fazer algumas compras de vinhos e chocolates que trouxemos para o Brasil. Minha dica de compras desses produtos é sempre no supermercado Jumbo, que tem a melhor variedade. Para os chocolates, vale à pena comparar com os preços do Líder, mas ele tem muito mais opções.

Como era dia dos pais no Chile na época em que fomos, aproveitamos e nos adiantamos na compra de presentes de aniversário e dia dos pais para os nossos, tinha muita coisa bonita de moda masculina com preço interessante.

Jantamos no hotel mesmo, e o prato estava ótimo. Deve ter sido cerca de R$ 30 cada um com entradinhas de sopas e pães incluídas.

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Salmão com legumes no hotel

Dia 9: Parque Arauco e dia dos namorados no Tiramisu

De manhã começamos a ajeitar as malas para voltar e depois antes do almoço demos um último passeio no Parque Arauco (não no shopping, no parque mesmo) que fica perto do hotel. Depois fomos no shopping comprar mais alguns presentinhos que faltaram para a família e seguimos novamente para o delicioso Tiramisu.

Como era dia dos namorados no Brasil, resolvemos nos dar um tratamento especial e pedimos uma garrafa de vinho Montes Alpha. Estava tudo divinamente preparado e nos despedimos de Santiago do jeito que gostamos: boa comida, bebida, sobremesa, risadas e diversão :)

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Vinho estava na medida para o clima frio 

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Acompanhado de uma boa pizza de parma com gorgonzola 
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E para fechar, sobremesa mara <3

Dia 10: Retorno ao Brasil

Para ir até o aeroporto, utilizamos um serviço de translado que o próprio hotel ofertou e foi cerca de 25,000 pesos (mais ou menos 130 reais). Valeu à pena pois chegou na hora marcada e na estimativa do Uber estava dando mais ou menos esse valor também. O carro era bem espaçoso e tinha aquecimento, o que foi um ponto positivo pois na hora em que fomos embora estava bem frio.

O voo de volta foi mais ou menos às 7 da manhã e chegamos em BH às 7 da noite (mais longo pois escolhemos a conexão assim e depois o voo de SP-BH atrasou devido à chuvas).

Não compramos nada no Duty free pois já compramos bastante coisas na viagem e nada estava valendo à pena. Além disso, menos de duas semanas depois fui para o México, então já era viagem demais em um mês só!


Espero que tenham gostado e que tenha sido útil esse ‘update’ sobre como é viajar para o Chile no inverno. E vocês, tem alguma outra dica da região que não mencionei no post ou algum outro destino tão bom quanto?

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