2017, o ano dos eventos!

Com a maré ruim de 2016 passando para muita gente, 2017 é o ano que muita gente está entrando com aquele gás todo, e com isso vem vários eventos e festas para participarmos. Mas, com as festas também vem os gastos com roupas, maquiagem, acessórios e presentes.

Para tentar economizar no gasto que considero maior, que é o de vestidos, sempre busco trazer para vocês algumas opções de compra em sites da gringa, que irão ter vários modelos originais (não vai ter o risco de aparecer naquela festa bafo com o mesmo vestido que outra pessoa está usando), e ainda com preço acessível. Minha dica do dia é a OKdress, um site inglês com vestidos lindos para ser convidada ou madrinha de casamento, formanda ou acompanhante de formandos ou até vestidinhos de balada!

Como esse é o ano dos casamentos (inclusive o meu, mais posts futuramente sobre isso), deixo aqui algumas dicas de vestidos para madrinhas e também para a noite. Na hora de pesquisar, sugiro que utilizem a palavra chave Cheap Bridesmaid Dress.

Apaixonada com esses vestidos de organza!

Gostaram dos modelos? Para achar os mais em conta, sugiro que utilize na busca do site a palavra chave Bridesmaid Dresses Under £100.

Todos esses acima custam menos de R$ 300. Bom demais, né?

Depois me contem o que acharam de mais interessante dos vestidos desse site. Eu estou perdidamente apaixonada por vários modelos!

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StyleWe – Get ready for the summer!

One of the things I most like doing on my free time is to get to know new brands and websites to inspire in fashion an trends. My latest discovery was StyleWe, an multibrand website that sells beautiful clothing of different styles, but always with a great cut and elegance. The exclusivity is thanks to their proposal of featuring independent fashion designers. Rather than just a online shopping, is a community that has the intention of providing cost benefit clothing with top quality.

My two tips today are around some pieces that are a must have in your closet, one for your working days and the other to enjoy your weekend or vacations. The first is a collection set of floral rompers available on several fabrics and styles.

The second tip is related to a trend that is just perfect for the summer and get ready to have a perfect sun tone in your skin: the halter top bikini. This is totally in fashion since 2015 and gained a lot of space inside women’s closet, as is very comfortable and fits all body sizes!

So, tell me later on what were your favorite piece of clothing from this site! Looking forward to hear it.

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No interior da França: Bordeaux e Saint-Émilion

No início de Novembro, fiz um post comentando dicas de roteiros de viagem para quem está indo para Paris, mas quer sair da rota ‘turistona’ ou então já conhece a cidade e agora procura alguns destinos novos. Quando postei, ainda não tinha embarcado, então fiquei de voltar aqui para contar como foi!

Como já tinha ido à França em outras oportunidades e já conhecia bem Paris e redondezas, decidimos fazer em um final de semana um roteiro muito procurado, que é o de Bordeaux-Saint Émilion.

Para se locomover da Cidade Luz até Bordeaux é bem simples. Existem vários trens rápidos TGV que fazem o percurso em cerca de três horas, partindo da Gare de Montparnasse. O preço médio da viagem ida e volta, comprado com antecedência, é de 100 euros na segunda classe (comprei com cerca de 2 meses de antecedência e fiz a viagem em horário de pico, pois uma amiga minha que mora e trabalha lá nos acompanhou). Na verdade, compramos o trecho de ida na segunda classe e o trecho de volta na primeira classe para experimentar as duas. A diferença de valor para a volta foi de apenas quatro euros.

Iniciamos nossa viagem em uma sexta-feira às 18h (recomenda-se chegar na estação com pelo menos meia hora de antecedência e já se posicionar próximo à plataforma onde seu trem irá parar – funciona como as telas de portões de aeroporto), e chegamos na Gare St Jean em Bordeaux um pouco depois das 21h.

A cidade de Bordeaux tem uma rede boa de tramways, que são trens de superfície, e o ticket unitário custa 1,45 euros. Caso deseje comprar o passe diário, ele custa cerca de 6 euros e pode valer à pena dependendo da distância que for percorrer. Saímos da estação e pegamos um tramway até o hotel.

O hotel que escolhemos foi o Adagio Bordeaux Gambetta. Ele fica próximo à estação Gambetta e é um flat. O melhor do hotel é que ele é novíssimo e o preço é excelente pela qualidade. Não paguei pela hospedagem pois eu tinha pontos da Accor, mas acredito que ele custava cerca de 100 euros a diária num quarto que cabe até cinco pessoas (então se estiver viajando de turminha, fica muito barato pra cada um).

Fachada do Hotel

Como já chegamos no hotel por volta das 10 da noite, deixamos as coisas no quarto e só demos uma voltinha na rua para ver o que tinha perto. Estava um pouco frio e chovendo (nada demais, por volta de 10 graus), então resolvemos poupar as energias para gastar no sábado e no domingo, que estavam com a programação cheia!

Acabamos não tomando café da manhã no hotel, pois tinha um Starbucks em frente e também várias boulangeries maravilhosas no entorno! O legal da França é que mesmo em uma loja de rede ou em uma boulangerie tradicional, o preço do croissaint não passa muito de 1.10 euros, e são feitos com perfeição! Dois croissaints, uma bebida quente e você já está pronto para iniciar o dia. Vamos então ao roteiro:

Sábado

Manhã: passeio pelos pontos turísticos principais da cidade

Bordeaux é uma cidade bem plana, o que facilita muito conhecê-la à pé. Prefira hotéis perto do centro, assim você andará menos. Passamos por alguns pontos fazendo a rota com o mapa mesmo em papel que pegamos na estação de trem no dia anterior e fomos até os principais pontos, como a Église Saint-Pierre, Place de la Bourse (o famoso espelho d’água, símbolo da cidade), Porte de Bourgogne, Catedral de Bordeaux, Hotel de Ville, Pont de Pierre, dentre outros. Não vou colocar um roteiro a pé aqui, pois acho que depende muito do gosto e o que cada um gosta de ver. Como tínhamos apenas a manhã para o tour, preferirmos andar, sem entrar nos lugares, para aproveitar mais a cidade.

Arquitetura impressionante da Catedral de Bordeaux

Deck lindo ao amanhecer com vista para o Rio Garona

O espelho d’água da Place de la Bourse se forma de 10 em 10 minutos e vale à pena esperar ele se formar e dissolver

 

Finalmente o espelho com água, lindíssimo!

Uma dica para quem vai ao fim de semana é a feira de antiguidades na praça ao lado da Operá de Bordeaux.

Após o tour a pé, almoçamos perto do palácio do Parlamento e seguimos para o Office du Tourisme, onde tínhamos agendado um tour em Saint-Émilion e duas vinícolas da região.

Tarde: Tour em vinícolas na região de St-Émilion

Um dos motivos de ter escolhido Bordeaux foi conhecer um pouco mais do método de produção e vinícolas da região, que possui vários estabelecimentos que produzem os chamados vinhos Grand Cru. Ele é uma “Appellation d’origine contrôlée” (AOC) dos melhores vinhos produzidos na Côte de Beaune e Côte de Nuits na Borgonha, França. Escolhemos o tour de meio dia da Bordovino, que tem duração de seis horas e é dividido em três partes: visita à cidade de Saint-Émilion, visita a uma vinícola que possui a produção de Grand Cru e visita a uma vinícola familiar (sem o selo, mas ainda com vinhos excelentes). Existe a opção de realizar o tour em inglês ou francês.

O translado até a primeira parada durou cerca de 35 minutos, até chegarmos no centro de St-Émilion.

A cidade de Saint-Émilion tem apenas 2000 habitantes e a vinicultura teve papel importante na região e graças a ela, vários monumentos nas cidades e vilas foram construídos. Este é o principal motivo da inscrição da Jurisdição de Saint-Émilion como Patrimônio Mundial da UNESCO, em 1999. Ela é super charmosa e em um tour de 40 minutos você consegue percorrer as vielas principais. Vá de sapato baixo e confortável, pois as ruas são de pedra, úmidas e íngremes!

Jardim interno da Catedral de St-Émilion 

Vielas lindas da cidade

Logo após o pequeno tour, fomos rumo à primeira vinícola, que foi a Chateau Fombrauge. A propriedade é do século XV e extramamente bem cuidada. Ela é uma das vinícolas produtoras de Grand Cru da região. Particularmente achei o vinho forte para meu paladar, mas valeu a experiência. Fizemos lá três degustações e também um ‘jogo’ para descobrir os aromas dos vinhos.

Vista da parte de trás do Chateau

Degustação realizada em uma sala super charmosa

Fotos realizadas no outono sempre são as mais lindas!

Logo após, fomos em um Chateau familiar (que não lembro o nome, hahaha), e adorei o vinho de lá. Chegamos no por do sol e fizemos além da degustação, também uma degustação de frios, queijos e chocolates. Estava um mimo de gostoso! Lá também é uma hospedaria e local para recepção de casamentos, e foi um dos mais lindos que já fui na vida.

Bosque e paisagismo super imponente da fachada (sem placa, para não ajudar a memoria)

Um pouco do bosque da propriedade

Esse passeio completo custou 88 euros e incluía o transalado, passeios e degustações. Achei o valor bom, pois a cidade é longe e como não pagamos nada pelas degustações e também pelo lanchinho na segunda vinícola, achei que valeu à pena.

Noite: Retorno das vinícolas e jantar no centrinho de Bordeaux

Chegamos de volta no Office du Tourisme por volta de 19:30 e de lá migramos para a região de bairros e restaurantes a pé para jantar. Não me lembro o nome do restaurante, por isso não tenho como indicar. Só dou uma dica: leve blusa de frio, pois a cidade à noite fica bem gelada e eu acabei tendo que entrar na H&M para comprar mais um casaco, pois não estava dando conta.

Domingo

Manhã: festival Bordeaux So Good

Um dos motivos pelo qual decidimos ir para Bordeaux ao invés de procurar outros destinos de fim de semana na França, é que coincidentemente na época da viagem. Ele é um festival gastronômico que ocorre em toda a cidade uma vez por ano, e tem como objetivo reunir os produtores locais de produtos mais tradicionais franceses nessa exposição.

Souvenir incluído para levar para casa, tacinhas fofas e ecobag lindinha

O evento ocorreu no pavilhão de exposições próximo ao porto, e o acesso foi bem simples via tramway. O ingresso custou cerca de 16 euros, e com ele você recebia um carnê de degustação em vários barraquinhas. Se não me engano, existia a possibilidade de degustar 3 bebidas (alcoólicas ou não, leia-se vinho haha), três bocados salgados e três bocados doces. Quando o carnê acabasse, você poderia comprar diretamente dos produtores ou levar para casa. Foi uma experiência bem legal e ficamos um pouco mais de duas horas por lá. Comprei algumas geléias diretamente do stand da fábrica da St Dalfour muito baratas (por aqui custa R$ 30 e eu paguei 2 euros em cada e ainda ganhei uma colher de geléia de porcelana de brinde).

Pavilhão super movimentado

Saindo de lá, fomos a pé pelo cais do porto até o museu La Cité du Vin, recém inaugurado.

Tarde: La Cité du Vin

O museu está às margens do Rio Garone e levou oito anos para ser construído, finalmente inaugurado em Junho de 2016. Apesar de ter sido descrito com o maior museu do vinho do mundo, o local se descreve como um “equipamento cultural único onde a alma do vinho se expressa através de uma abordagem envolvente e sensorial”. Seu objetivo é mostrar o vinho de forma diferente, através do mundo e das épocas e em todas as culturas e civilizações. Um espaço temático, didático e interativo que busca envolver e entreter (o segredo do sucesso para os espaços culturais na atualidade) o visitante e não somente tratá-lo como um observador passivo. A arquitetura dele é IMPRESSIONANTE, pois o edifício foi projetado por Anouk Legendre e Nicolas Desmazières do escritório de arquitetura parisiense XTU, que disseram querer criar um lugar cheio de “símbolos e referências” ao vinho. Sua forma geral se assemelha as curvas e voltas que o vinho faz ao ser despejado em uma taça.

Fachada impressionante e monumento bem alto, com oito andares se destaca no ‘skyline’ da cidade

Teto feito de garrafas de vinho no andar de degustação

Rótulos disponíveis para degustação de mais de 80 países

O ingresso mais barato custa 20 euros e inclui acesso ao primeiro, segundo e sexto andar do museu, além da degustação de um dos vinhos do mundo ofertados lá. Confesso que quando chegamos eu já estava bem cansada e não aproveitei tanto, pois achei o museu ‘cibernético’ demais, e com poucas peças históricas em si. A degustação também foi pouca e não ganhamos a taça de presente, o que costuma ser comum nesse tipo de local.

Achei interessante pela arquitetura e tecnologia, mas se tiver pouco tempo é um passeio que considero dispensável. Foque mais em conhecer Chateaus e as maravilhas naturais da região.

Noite: Retorno para Paris

Voltamos para o hotel para pegar as malas por volta das 16h e rumamos até a Gare St Jean via tramway novamente para pegar o TGV que partia também por volta das 18h. Na volta, fomos de vagão na primeira classe, e a diferença era apenas o espaço entre as pernas um pouco maior, e também que ele é o primeiro vagão do trem. Não havia nenhum tipo de serviço incluído além disso. Chegamos na Gare Montparnasse em Paris por volta das 19h e então rumamos para casa para descansar, já que a semana pela frente tinha muitos passeios programados na Cidade Luz e redondezas!

Como um balanço geral, valeu à pena o fim de semana, mas eu acho que dois dias são suficientes. Se você estiver procurando um passeio de três ou quatro dias, talvez é melhor estudar outras opções, como a Alsácia-Lorena ou então Lyon, que tem um tempo de deslocamento similar ao TGV.

E vocês? Conhecem a região ou tem alguma dica da França? Me conta!

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